ECONOMIA e SOCIEDADE


Quinta-feira , 05 de Novembro de 2009


ENTREVISTA DA CONCEIÇÃO

        A profª Maria da Conceição Tavares, em entrevista no jornal Valor Econômico de hoje, afirma que o aumento da bolsa e mais o fato dos bancos votarem a ganhar muito dinheiro não significa que a crise financeira global acabou; seria mais aparência. O desemprego continua intacto.

        Conceição, no lado pessoal, está animada em poder comemorar seus 80 anos, no próximo ano. É um grande feito, nem todos podem fazer isso.

        É interessante que mesmo com tantos anos, a professora continue lecionando economia internacional, na pós-graduação da UFRJ e no Instituto Rio Branco. É muito fôlego, para quem reduziu a intensidade do fumo, por recomendação. Agora são apenas dois maços por dia. Segundo ela, se parar (de fumar) morrerá.

        Ela analisa muito bem as possibilidades da economia norte-americana. Mostra que o Estado dos EUA está fragilizado, embora tendo feito esforços hérculeos. Conseguiu frear os efeitos da crise, mas não consegue mudar o rumo. Isso é péssimo para o mundo, visto que junto com a China, são as economias que movem o mundo. O governo Obama não pode fazer a reforma do sistema de saúde porque os laboratórios e os seguros de saúde não deixam. Não pode regular o sistema financeiro porque os bancos não deixam.

        Isso faz com que os EUA não tenha uma boa saída, o que implica que os essa economia poderosíssima em termos militares, diplomáticos e político não possa exercer liderança no mundo.

        Segundo ela, os EUA estaria na condição de um império congelado. O lado positivo desse entendimento é que sucita a reflexão, visto que a tese de um de seus parceiros acadêmicos, o prof. Jose Luis Fiori, é muito diferente desta de que os EUA não tenha mais liderança no mundo. O bom é que na entrevista foi prometido um livro dos dois para 2010; com certeza a situação do império norte-americano será discutida. Seré um duelo, entre as duas versões: império congelado x universo em expansão.

        Além dessa entrevista, o jornal apresenta uma matéria especial sobre a China, com o título, "Falta de inovação ameaça frear a China". é evidente que quando se fala de tecnologia, tudo de mais avançado está nos EUA, mas os jornalistas Dexter Roberts e Pete Engardio, da BusinessWeek, não precisariam dizar que na China só tem cacareco.

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Escrito por Prof. José Porfiro (UFAC) às 23h11
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PROPHET OF INNOVATION II

        Volto à biografia, somente no capítulo 5, Career takeoff. Não era o desejo; resignemo-nos.

        O capítulo é pequeno, no entanto foi possível compilar as expressões como, “scandalous tales of orgies and lessons in advanced sexuality” (67), seus “libidinous impulses”, “sexual escapades and duels...” (68) e seus numerosos “sexual exploits” (80). Não é um hábito inato apenas à natureza feminina; era uma percepção ambígua que espreitava minha mente.

        Vamos. O capitulo trata do Teoria do desenvolvimento econômico, escrito aos 26 anos (1911), nos dois anos em que lecionou como professor associado na récem University of Czernowitz. Na realidade, sua expectativa (impossível) era por uma vaga como professor junior na University of Vienna, onde ensinou algumas vezes, mas não foi convidado para juntar-se ao corpo docente.

       McCraw diz que Schumpeter, cheio de perspicácia e originalidade, estabeleceu os fundamentos de sua própria análise do capitalismo (já iniciada no livro anterior): “Schumpeter retorceu Karl Marx em sua cabeça” (p 69), transformando repugnantes gangues de capitalistas parasitários em empreendedores inovadores e beneficentes. Assim surgiu a primeira grande parte de sua trilogia. A segunda (Business cycles) viria aparecer somente 28 anos depois, em 1939.

    Retomando os argumentos do livro anterior (steady-state economy), como ponto de partido, Schumpeter foi para argumentar no ponto que lhe interessava, sua real obsessão: o capitalismo funciona sob um processo de mudança econômica contínua. Isso lhe bastou para enfrentar todas as interpretações que questionavam o sistema econômico capitalista.

    Teoria do desenvolvimento econômico, nesse mundo da inovação, do fluxo circular irregular, guardou um lugar muito especial para o empreendedor (“modern type of ‘captain of industry’”) no mundo real do capitalismo: obsessivamente buscando vantagens nas bordas da inovação. Sobre o papel do empresário, Schumpeter não era apenas o economista, era o sociológico, o psicólogo. De onde aparecem ideias dos escritos de Nietzsch, Mann e outros.

    O conceito de inovação é outra grande arma, ao lado do papel do empresário. Essa definição é encontrada numa passagem do livro que 101% dos leitores de Schumpeter a usam. Inovação é a (i) introdução de um novo bem ou nova qualidade de um bem, (ii) introdução de um novo método de produção, (iii) abertura de um novo mercado, (iv) conquista de nova fonte de matéria-prima, e (v) uma nova forma organizacional, seja pela criação, seja pela quebra de uma posição monopolista.

    Outra grande incursão schumpeteriana na busca de mostrar a superioridade do capitalismo foi sua discussão sobre o papel do capital. Duas questões se destacam nesse ponto. (a) a introdução do papel do crédito; (b) e a popular ideia da doutrina do auto-interesse chupada de Adam Smith. Os resenhistas do livro rasgaram elogios devido a esse aspecto, mesmo ainda sem tradução para o inglês, que somente veio acontecer em 1933. E quando aconteceu, os resenhistas elogiaram não apenas por causa desse aspecto (enaltecimento do auto-interesse), mas pela surpresa que causava.

    Após escrever o livro e sair de Czernowitz, em 1911, Schumpeter galgou um posto na prestigiosa University of Graz, num controvertido processo seletivo, onde até seu mentor, ex-ministro, Von Böhm Bawerk, esteve envolvido. Após ser nomeado, tripudiou o professor que não queria sua aprovação. Tendo se transformado no mais jovem professor em política econômica do império e um dos mais jovens naquela área, em pouco tempo provou de sua própria arrogância. Os alunos organizaram uma rebelião de grandes proporções na Universidade, chegando até no nível da política nacional, contra as exigências schumpeterianas. A direção da Universidade lhe chamou “às falas” e ele teve de se enquadrar.

    Nesse mesmo momento foi convidado para uma temporada na Columbia University. Fez um sucesso monstruoso. E ele ficou impressionadíssimo com a sociedade norte-americana. Era o paraíso para sua teoria. Voltou com o coração partido, após cinco meses, e na crista da onda: “By 1914, when He returned to Europe, He was sitting on top of the world.” (p. 83).

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Escrito por Prof. José Porfiro (UFAC) às 03h05
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Quarta-feira , 04 de Novembro de 2009


ENTREVISTA

com David Harvey

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Escrito por Prof. José Porfiro (UFAC) às 03h34
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Segunda-feira , 02 de Novembro de 2009


SÓ SE FALA NO ARTIGO DO FHC

FHC acusa Lula de fazer obras históricas (Azenha) - nesse caminho é possível ler o artigo

FHC e a miséria do discurso (Nassif)

Um réquiem para FHC BY Gilson Caroni Filho - 02/11/2009

O texto do ex-presidente tucano, publicado em vários jornais no domingo, revela um erro de cálculo político sem precedentes. Contrariando seus aliados, que desejavam vê-lo distante da campanha do PSDB para presidente em 2010, FHC trouxe para o próximo pleito a comparação entre as políticas de seu governo e as do governo Lula: a única polarização que a direita não queria. Imaginando-se um estrategista, virou um fardo pesado para as possíveis candidaturas de José Serra e de Aécio Neves. O artigo é de Gilson Caroni Filho.

Vinicius Torres Freire:FHC e Armínio atacam o lulismo (post de 29/10/2009)

Elio Gaspari: FHC expôs o lado sombrio do poder petista (Folha de 04-10). Os colunistas do O Globo de 03-10 não deixaram por menos.

 

John Williamson: economista, criador da expressão "Consenso de Washington"

Economista diz que a crise enterrou princípios do neoliberalismo e que o FMI deveria ajudar os países a taxar o capital estrangeiro - Estadão - Domingo, 01 de Novembro de 2009

 

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Escrito por Prof. José Porfiro (UFAC) às 23h12
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MARINA SILVA e o PAPEL DO ESTADO + GEOPOLÍTICA

        A senadora Marina Silva, em sua coluna de hoje, no jornal Folha de São Pauo, Direção firme, escrevendo sobre a necessidade "[d]o Estado precisa incentivar comportamentos que solidifiquem uma cultura de sustentabilidade", meteu um nariz de massinha para dizer qual é o papel do Estado:

"MUITAS VEZES, a lei está posta, mas o problema é fazê-la cumprir. Eis a contradição do Brasil, onde o Estado com frequência abre mão de sua força indutora, de sua missão reguladora e até mesmo de seu papel coercitivo, quando necessário."

        Candidato é candidato! Uaua...

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        No Mesmo jornal, na chamada entrevista da 2ª:

"Brasil pode convencer África a aceitar os transgênicos

Assessora científica de Hillary Clinton prega "parceria" entre brasileiros e americanos para disseminar biotecnologia

A PARCERIA diplomática e científica entre o Brasil e os EUA pode ajudar a vencer a resistência dos países africanos aos transgênicos e abrir caminho para que vegetais geneticamente modificados tenham um impacto positivo para a segurança alimentar do mundo. É o que diz a bióloga Nina Fedoroff, 67, assessora especial de ciência da secretária de Estado Hillary Clinton."

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Escrito por Prof. José Porfiro (UFAC) às 01h45
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Domingo , 01 de Novembro de 2009


MOÇÕES

à Conferência Estadual de Comunicação

from: Gerson Albuquerque

Sun, Nov 1, 2009 at 4:42 PM

Olá...
Segue textos de moções aprovadas na etapa da Confecom - Acre.
Saudações.
Gerson

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Escrito por Prof. José Porfiro (UFAC) às 15h00
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PROPHET OF INNOVATION I

        Estou lendo a biografia de Joseph Schumpeter (8 February 1883 – 8 January 1950), Prophet of innovation, escrita por Thomas McCraw.

        Passei até o momento por quatro capítulos que correspondem ao período pré-teoria do desenvolvimento econômico que ele publicou, em 1911, aos 26 anos, escrito um intervalo de dois anos, passados na cidade de Czernowitz (???).

        No prólogo, McCraw informa que a biografia tem dois personagens, o Schumpeter e o fenômeno da inovação capitalista.

        Mesmo escrevendo sobre pouquíssimos capítulos do livro, é impossível não falar logo de início de suas frases de efeito: "destruição criativa é o fator essencial do capitalismo"; "capitalismo estabilizado é uma contradição em termos". Para McCraw a noção de destruição criativa expressa duas ideias em confronto, o que pode muito bem ser associada a própria vida de Schumpeter, completamente carregada de paradoxos.

        Paradoxos que o levou a considerar Marx e Keynes pragmaticamente para alcançar sua fixação em defesa do capitalismo (talvez mais convencendo os outros do que ele próprio - quase no final da vida) mediante os achados da produtividade e do crescimento como as únicas vantagens do capitalismo. A obscessão schumpeteriano era encontrar uma ciência econômica exata, reconciliando as ciências quantitativas com as evidências dos registros históricos e sociológicos. Considerar Marx e keynes, nem tanto, mas precisando de algo mais sofisticado, talvez pensasse assim! A ciência econômica para ele deveria promover o debate público pela produção de conhecimento livre dos interesses particulares e aspirando a neutralidade. Ufa!

        Schumpeter se reconhecia como um conservador; até pensou escrever um livro sobre o significado de conservadorismo. Reconhecendo-se dessa forma, com espírito contrário ao socialismo (influência crucial da escola austríaca), Schumpeter sempre foi contrário ao chamado intervencionismo público em grau menor ao radicalismo de Mies, Hayek e outros.

        Sua origem aristocrática e seu crescimento numa sociedade imperial o levou a convicção que o papel da universidade numa sociedade desse tipo era treinar o povo para administrar o império.

        Seu aprendizado econômico estava cercado da economia clássica (Smith, Ricardo, Marx, Mill), da escola histórica germânica e da doutrina marginalista (que mais lhe imprecionava); apareceu para o mundo, todavia, como um pensador autônomo, como desejava.

        Seu grande mestre foi von Böhm-Bawerk que serviu como ministro das finanças do império austríaco e um dos maiores conhecedores (e combatedor incessante) dos escritos de Marx.

        Participando ativamente do seminário sobre Marx, organizado por seu mestre von Böhm-Bawerk, e apegadíssimo aos conceitos da revolução marginalista, logo se convenceu de que deveria fazer uma sintese da ciência econômica. Cunhou a expressão individualismo metodológico tão cara (e imortalizada) às ciências humanas e sociais aplicadas.

        Num período de 18 meses escreveu um livro de 626 páginas (em 1908) na tentativa de fazer essa síntese; pelo que parece não conseguiu, pois o livro teve pouco sucesso. No entanto, deixou resgistrado seu apego ao marginalismo, sua preocupação com os trabalhos de Marx, e se desejo de juntar todas as ferramentas disponíveis no arcabouço de uma síntese da ciência econômica, no intuito de destrinchar a natureza do capitalismo. Em seu famoso livro de 1911 retomou muito do que continha em seu prematuro livro de 1908: The nature and content of theoretical economics.

        Nesse momento inicial, imitou Marx, socando-se na biblioteca de Londres. Buscava conversar pessoalmente com os principais teóricos, deslocando-se para França, Inglaterra, etc. Em cada umd esses locais passava um tempo suficiente para descobrir o que tinha de mais importante.

        Seu projeto seria explicar a natureza do capitalismo. Seus livros mais conhecidos têm essa finalidade: teoria do desenvolvimento econômico, ciclos econômicos, e capitalismo, socialismo e democracia. Pelo que sei, foi ele que elaborou o que tem de mais avançado sobre democracia; posso estar equivocado, também.

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Escrito por Prof. José Porfiro (UFAC) às 00h11
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Sábado , 31 de Outubro de 2009


MISSÃO SUBMARITMA

        Hoje a tarde precisei fazer uma missão. O minino chamou para visitar o submarino Riachuelo, novamente.

Lindk do Crédito

 

        Ele fez muitas observações mas não encontrou inimigos por perto.

 

 

        Quantas vezes vou precisar ir ao Zoo do Rio, ao Jardim Botânico, ao Museu da Marinha? É quase um castigo.

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Escrito por Prof. José Porfiro (UFAC) às 17h54
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Quinta-feira , 29 de Outubro de 2009


SEMINÁRIO INTERNACIONAL INCT-PPED

“Promovendo Respostas Estratégicas à Globalização” - inclui papers

 Trata de algo chamado de variedades de capitalismo.

Folder/Programação

 

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Escrito por Prof. José Porfiro (UFAC) às 19h40
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VALOR ECONÔMICO x BULLETIN

        Alguns jornalistas são conhecidos por servir exclusivamente para repassar informações de determinados grupos ou indivíduos, como se houvesse um convênio celebrado para tal finalidade.

        Existem muitos exemplos na área do jornalismo político ou econômico. Podemos lembrar da conhecidíssima Miriam Leitão. Em seu programa semanal da Globonews (acho que são mais ou menos de 45 edições anuais), 40% das entrevistas são "reservadas" para um grupo de indivíduos que obrigatoriamente aparecem no programa duas, três ou quatro vezes por ano, cada um. Seria muito difícil ela esquecer de convidar Gustava Franco, Armínio Fraga, e mais outros que compõem esse time fechado do mercado financeiro.

        Na coluna Panoramica, jornal O Globo, ela é uma verdadeira passa recado, quase sempre das mesmas pessoas; denominam-a de papagaio de...

        Como ela é a jornalista mais conhecida, fiel a essa prática de repassar recados de seus clientes influentes, geralmente não prestamos muita atenção aos demais.

        Hoje, no jornal Valor Econômico, a Claudia Safatle, de Brasília, quase se supera. Não satisfeita com os canais privilegiados que Armínio Fraga já dispõe, ela foi acionada para transmitir umas ideias que o ex-presidente do Banco Central, atual presidente da Bovespa, presidente da empresa Gávea Investimentos tinha preparado para o momento. Ela foi perfeita; o Jornal Valor Econômico é um verdadeiro bulletin.

        Claudia Safatle fez uma entrevista com esse poderoso administrador de fundos que saiu no Valor Econômico com o nome de especial. Qual o recado que ele queria passar? A ideia de que o governo está impimindo indevidamente uma linha de Estado máximo e atendendo interesses particulares. Para isso usou de todas as terminologias de impacto.

        Indícios de patrimonialismo, postura agressiva de ampliação do Estado, "...a sensação de que o Estado passou a servir a interesses partidários, a interesses privados, sindicais. Acho que precisamos iniciar a discussão de reestatização do Estado".

         E a jornalista quando foi sintetizar a ideia do investidor sobre o marco regulatório do pré-sal, considerado exagerado, não deixou por menos:  "São recursos que precisam ser bem administrados, com regras claras de governança do ponto do vista cambial, orçamentário e do investimento. 'Defendo com entusiasmo levar mais a sério o orçamento, que é o espaço mais natural e mais democrático para decidir o que se faz com nosso precioso dinheiro'."

        Quando ele menciona o nome de pessoas do governo passado não perde tempo em afirmar que o patriotismo das mesmas está acima de qualquer suspeita.

        A jornalista foi escalada para fazer o serviço especial. A menina não fez nenhuma pergunta de jornalista verdadeiro, sequer. Ela quiz apenas transmitir um recadinho.

        O que significa um grande investidor reclamando que o governo não está fazendo, regulando (pré-sal), do jeito que eles querem, senão a defesa de seus interesses.

 

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Escrito por Prof. José Porfiro (UFAC) às 10h07
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Segunda-feira , 26 de Outubro de 2009


"A AMÉRICA LATINA

e a Internacionalização do Mercado de Serviços: O caso da indústria de software"

prof. Paulo Bastos Tigre (IE/UFRJ) e Felipe Marques (BNDES).

terça, 27 de outubro, às 16:30.

ATUALIZAÇÃO, 27-10-2009

        No seminário, o prof. P. Tigre informou que esse trabalho faz parte de um conjunto de oito livros encomendados pela Cepal. Veja Link abaixo de um deles.

        Na sequência Felipe Marques apresentou sua tese que irá defender brevemente, com o título acima. Uma atualização do conteúdo do livro abaixo, que foi produzido em meados de 2007.

 

 

Perspectivas de las tecnologías de telecomunicaciones y sus implicancias en los mercados y marcos regulatorios en los países de América Latina y el Caribe

La sociedad de la información en América Latina y el Caribe Desarrollo de las tecnologías y tecnologías para el desarrollo

La transformación de puntos de acceso en nodos de conocimiento: análisis de diez experiencias de telecentros comunitarios en América Latina

EnREDos Regulación y estrategias corporativas frente a la convergencia tecnológica

Desafíos y oportunidades de la industria del software en América Latina

¿Quo vadis, tecnología de la información y de las comunicaciones?

Las políticas de tecnología para escuelas en América Latina y el mundo: visiones y lecciones

Panorama Digital 2007 de América Latina y el Caribe

Espacios iberoamericanos: la economía del conocimiento

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Escrito por Prof. José Porfiro (UFAC) às 13h44
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Domingo , 25 de Outubro de 2009


REFUGIADOS BOLIVIANOS

no Acre
LUCAS FERRAZ
ENVIADO ESPECIAL A BRASILEIA (AC), EPITACIOLÂNDIA (AC) E COBIJA (BOLÍVIA) - Folha de São Paulo, hoje

Um funeral dentro de um táxi foi a única opção que restou aos irmãos de Ana Melena de Suzuki para que ela se despedisse da mãe, morta em março por causa de um câncer.
Se voltasse para o velório em Cobija, capital do departamento de Pando, na Bolívia, a 87 passos de Epitaciolândia (AC), ela poderia ser presa e perder o refúgio dado pelo Brasil. Os irmãos da refugiada cruzaram a fronteira com o corpo da mãe entre eles no banco traseiro do carro, para o adeus da irmã. ... ... ... ... ... ... .... ... ... segue .. ... ...

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Escrito por Prof. José Porfiro (UFAC) às 06h24
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Quinta-feira , 22 de Outubro de 2009


REALISMO

        O realismo é um vertente teórica no campo das relações internacionais. Mas quando o realismo não passa pela teoria assombra os "inocentes".

        Ontem (22-10) o seu Lula deu uma entrevista a um repórter da Folha de São Paulo que deixou todos os analistas (jornalistas) políticos endiabrados e, curiosamente, assombrados. O realismo político prático é meio sinistro, parece. Ou é difícil mesmo entender a dinâmica desses regimes político-econômicos dominado pela empresa privada.

        O governo taxou o capital estrangeiro, na entrada, somente. Foi o suficiente para os jornais escalarem os funcionários dos bancos (às vezes com vinculos acadêmicos) de plantão para dizer se a medida faz sentido ou não. Folha, dia 21 e 22-10, e Valor Econômico, dia 22 e 23-10 (Márcio Garcia). O que a revsita Veja está preparando para colocar nas bancas hoje a noite?

        O Jornal Valor Econômico de hoje veio com uma reportagem especial sobre os Vinte Anos da Queda do Muro de Berlim. Veio também com artigo sobre a hegemonia do dólar e sobre a política camabial brasileira.

       Mas gostei mesmo foi da entrevista (E assim caminha a humanidade?) do realista norte-americano, George Friedman, divulgando seu livro, "Os Próximos 100 Anos - Uma Previsão para o Século XXI". Por que sempre eles sabem analisar melhor do que os outros.

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Marcos Cintra: Remédios e venenos - Não (24-10)
Julio Gomes de Almeida: A estabilidade dos mercados - Sim

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Escrito por Prof. José Porfiro (UFAC) às 23h24
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Sábado , 17 de Outubro de 2009


SICKO

 

        Vá ao youtube e procure pelas palavras sicko e Michael Moore se você pretender observar melhor uma parte, um pedaço... Comece por esse link: Sicko ou Sicko. Em cada um é possível assistir I, II, III... É quase de chorar...

        Quem não lembra da excitação de muita gente quando Al Gore lançou aquele documentário "Uma verdade inconveniente." Procure agora se tem alguem pelo menos desexcitado com este documentário de Michael Moore. Assim caminha...

        Ou, se preferir, quando esse vídeo acima terminar selecione com o mouse (parte inferior do vídeo) aquele que você desejar.

 XXXXXX

 

Published: November 3, 2009

 

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Escrito por Prof. José Porfiro (UFAC) às 01h29
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Segunda-feira , 12 de Outubro de 2009


NOBEL DE ECONOMIA - MULHER DESCONHECIDA

Mulher ganha Nobel de Economia pela primeira vez na história - Da Redação - Em São Paulo

XX

12/10/2009 - 11h37 - Mulher ganha Nobel de Economia pela primeira vez na história - atualizado

XX

October 12, 2009, 8:12 am An institutional economics prize

XX

Two Americans Are Awarded Nobel in Economics

Oliver E. Williamson shared the honor with Elinor Ostrom, the first woman to win the prize for economics.

Reactions to the Nobel in Economic Science - Economix Blog ...

What This Year's Nobel Prize in Economics Says About the Nobel ...

 XX

From World 2:03pm - Nobel economics prize for governance duo

Ostrom becomes first woman winner

Nobel economics awards for governance duoTheories of governance win economics nobel

XX

Elinor Ostrom and the well-governed commons

XX

The bigger picture - This year’s Nobel prize has rewarded the use of economics to answer wider questions

 XX

Oct 12, 2009

Oliver Williamson and Elinor Ostrom Awarded Nobel in Economics - I would not have predicted this (links to other comments are given below):

... ...

FINANCE AND ECONOMICS: Economics focus

Reality bites - Elinor Ostrom and Oliver Williamson win this year’s Nobel prize for economicsOct 15th 2009

 XX

13/10/2009

Um ano humilhante para os economistas briguentos

Financial Times- Alan Beattie - Em Londres (Inglaterra) -
Humbling lessons for bickering economists

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Escrito por Prof. José Porfiro (UFAC) às 12h50
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